Na nutrição animal, não basta olhar apenas para o teor de proteína, energia ou fibra de um ingrediente. Há um detalhe técnico muitas vezes negligenciado, mas que pode mudar completamente os resultados no cocho: a granulometria do farelo.
Mais do que uma característica física, a granulometria do farelo influencia a digestibilidade, a mistura dos ingredientes, a palatabilidade e até a previsibilidade da formulação. É por isso que, para quem busca eficiência e estabilidade, entender esse fator é fundamental.
O que é granulometria do farelo?
A granulometria do farelo é o tamanho médio das partículas que compõem o ingrediente. Em outras palavras, é a medida da “grossura” ou “fineness” das partículas do produto após o processamento.
- Farelos com granulometria muito grossa podem apresentar baixa uniformidade na dieta.
- Farelos muito finos, por outro lado, podem comprometer a mastigação, aumentar a produção de poeira e até reduzir o consumo voluntário.
O equilíbrio da granulometria do farelo é o que garante que o ingrediente seja bem aproveitado no rúmen e ofereça digestibilidade previsível, sem desperdícios ou riscos à saúde do animal.
Por que a granulometria do farelo interfere na digestibilidade?
Quando a granulometria do farelo está dentro de padrões consistentes, o rebanho consegue aproveitar melhor os nutrientes presentes na dieta. Isso ocorre porque:
- Superfície de contato: partículas menores aumentam a área de contato com os microrganismos do rúmen, acelerando a fermentação e a digestão.
- Mistura homogênea: uma granulometria uniforme garante que todos os animais recebam a mesma composição nutricional em cada cocho.
- Palatabilidade: a textura ideal estimula maior consumo voluntário, sem gerar poeira ou compactação da dieta.
Em contrapartida, variações na granulometria do farelo podem causar flutuações de desempenho, prejudicando índices como ganho de peso diário, conversão alimentar e produção de leite.
Desafios práticos da granulometria irregular
Na prática do campo, muitos produtores se deparam com problemas relacionados à granulometria do farelo:
- Mistura inconsistente: dificuldade em padronizar a ração total.
- Segregação de partículas: ingredientes mais finos ou mais grossos se separam durante transporte ou armazenamento.
- Desempenho instável: animais que consomem quantidades diferentes de proteína ou energia em cada refeição.
- Perdas no cocho: excesso de pó que não é ingerido.
Esses fatores aumentam os custos invisíveis da operação, elevando o gasto por arroba produzida ou por litro de leite entregue.
Como a DUAL garante consistência na granulometria do farelo
Na DUAL, o controle de qualidade não se resume apenas aos valores de proteína bruta ou fibra. Um dos diferenciais está justamente no monitoramento da granulometria do farelo, garantindo que cada lote entregue seja uniforme, padronizado e estável.
O processo industrial segue etapas rigorosas de moagem e peneiramento, assegurando que as partículas fiquem dentro de um padrão técnico ideal para a nutrição animal.
Benefícios diretos para o produtor:
- Maior previsibilidade na formulação das dietas.
- Melhor aproveitamento dos nutrientes no rúmen.
- Redução de perdas por poeira ou segregação.
- Estabilidade no desempenho do rebanho.
Esse cuidado permite que a nutrição deixe de ser apenas custo e se torne uma ferramenta estratégica para resultado.
Granulometria do farelo: conclusão prática para nutrição animal
Ignorar a granulometria do farelo é abrir espaço para perdas silenciosas no sistema de produção. Ao contrário, dar atenção a esse detalhe significa ganhar regularidade, previsibilidade e eficiência no cocho.
Mais do que números na tabela nutricional, o que importa é a consistência entregue em cada carga. É por isso que a DUAL investe em processos industriais e controle técnico para oferecer farelos que realmente transformam nutrição em desempenho.
Quer garantir que sua dieta seja previsível e seu rebanho tenha desempenho estável? Fale com a equipe da DUAL e conheça nossos farelos com granulometria padronizada.


